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PANORAMA - Blog de MÁRIO ARAÚJO FILHO


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Sábado, Novembro 20, 2010

Migramos para o endereço

http://marioaraujo.blogspot.com/

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PANORAMA, blog de Mario Araujo Filho

Acesse a partir de hoje!


Nossos agradecimentos ao Blogger Brasil pela hospedagem por quase 6 (seis) anos e pelas atenções dispensadas!

Agradecimentos aos pacientes leitores!






Jornais de sábado, 20/11
Fonte: Newseum

Manchetes de sábado, 20/11
- Globo: ONU condena apedrejamento e violações no Irã: Brasil se abstém
- Folha: Brasil se abstém de condenar Irã por violar direitos
- Estadão: Superávit menor vai pressionar juro
- JB: Eleição tem 4,6 milhões de votos sem dono
- Correio: Crime da 113 sul - Guerra aberta na polícia
- Estado de Minas: Ceia já está mais cara, mas encomendas de natal devem crescer
- Jornal do Commercio: Novo Enem será na 1ª quinzena de dezembro
- Zero Hora: Leitos públicos no RS diminuem 26% em sete anos
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 20 de novembro
Em 1695 se atribuiu a esta data a morte de Zumbi, líder do quilombo de Palmares.
Em 1889, Argentina e Uruguai são os primeiros países a reconhecer a República do Brasil.
Em 1889, nasce Edwin Powell Hubble, astrônomo norte-americano.
Em 1910, morre o escritor Leon Tolstoi, autor de Guerra e Paz.
Em 1929, na França, o escritor surrealista André Breton apresenta a primeira exposição das telas do pintor espanhol Salvador Dalí.
Em 1959, as Nações Unidas aprovam a Declaração Universal dos Direitos da Criança.
Em 1975, morre Francisco Franco, general e ditador espanhol.
Em 1985, a primeira versão do sistema operacional Windows é lançada.
Fonte: Opinião e Notícia





Quarta-feira, Novembro 03, 2010

Jornais de quarta, 03/11
Fonte: Newseum

Manchetes de quarta, 03/11
- Globo: PMDB desafia PT e diz que não cederá 'um milímetro'
- Folha: Dilma quer mudar regra de reajuste do salário mínimo
- Estadão: Mal-estar com PMDB faz Dilma pôr Temer na equipe de transição
- JB: Plínio prevê mensalão no novo governo
- Correio: PMDB joga duro e Dilma escala Temer
- Valor: PMDB já influencia as decisões da transição
- Estado de Minas: Transição terá Temer após pressão do PMDB
- Jornal do Commercio: Número de homicídios cai 13,3% no Estado
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 03 de novembro
Em 1864, morre Gonçalves Dias, poeta.
Em 1903 o Panamá proclama a sua independência.
Em 1918, a Polônia torna-se independente da Rússia depois da Primeira Guerra Mundial.
Em 1930, Getúlio Vargas é empossado como chefe do governo provisório pela junta militar que depôs o Presidente Washington Luís.
Em 1954, Linus Pauling recebe o prêmio Nobel de Química.
Em 1954, morre o pintor francês Henri Matisse.
Fonte: Opinião e Notícia






De volta! Vem novidade blogueira por aí! Aguardem!




Quarta-feira, Outubro 13, 2010

Jornais de quarta, 13/10
Fonte: Newseum

Manchetes de quarta, 13/10
- Globo: Teste reprova segurança de ônibus nas ruas do Rio
- Folha: Com torcida e suspense, Chile começa a içar os 33
- Estadão: Resgate de mineiros mobiliza Chile
- JB: Dilma e Serra abrem guerra na internet
- Correio: Sermão de arcebispo castiga fichas sujas
- Valor: 'Reaposentadoria' deve elevar o déficit do INSS
- Estado de Minas: Minas tem nova corrida aos tesouros do subsolo
- Jornal do Commercio: Suspeito de atropelar e matar jovem é preso
- Zero Hora: Vagas de emprego para o Natal já chegam a 6,9 mil
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 13 de outubro
Em 1823, é lançado o primeiro jornal de MG, “Compilador Mineiro”.
Em 1884, o Meridiano de Greenwich é definido, por acordo internacional, como padrão mundial de medição da longitude.
Em 1904, é publicado o livro de Freud “A Interpretação dos Sonhos”.
Em 1925 nasce a primeira-ministra da Grã-Bretanha, Margaret Thatcher.
Em 1941 nasce o cantor e compositor norte-americano Paul Simon.
Em 1968, morre Manuel Bandeira, poeta.
Em 1982, são concluídas as obras da barragem para a hidrelétrica de Itaipu, que deixaram submersas as cataratas de Sete Quedas. Parceria do Brasil com o Paraguai, a usina, instalada no Rio Paraná, é atualmente a maior em operação no mundo.
Em 1988, o egípcio Naguib Mahfouz é o primeiro escritor de língua árabe a receber o Prêmio Nobel da Literatura.
Em 1990, morre Otávio Gouveia de Bulhões, economista e Ministro da Fazenda no regime militar.
Em 1992, um avião supersônico Concorde francês dá a volta ao mundo em 32 horas e 49 minutos, estabelecendo um novo recorde.
Em 2000, o presidente da Coréia do Sul, Kim Dae Jung, ganha o Prêmio Nobel da Paz.
Fonte: Opinião e Notícia





Domingo, Outubro 10, 2010

Rede Mobiliza 45

Watch live streaming video from redemobiliza at livestream.com






Manchetes de domingo, 10/10
- Globo: Aborto ilegal mata uma mulher a cada dois dias
- Folha: Nordeste garante vantagem de Dilma sobre Serra no 2º turno
- Estadão: Nomeado de Erenice aprovou superfaturamento nos Correios
- JB: Serra herda mais votos dos eleitores de Marina
- Correio: Crise do dólar mudará discurso de candidatos
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 10 de outubro
Em 1868, com 150 homens e 200 escravos de sua propriedade, Carlos Manuel de Céspedes proclama a independência de Cuba.
Em 1897, o químico alemão Felix Hoffman sintetiza o ácido salicílico, antecessor da aspirina, que viria a ser o mais consumido remédio do mundo.
Em 1911, Sun Yat-Sen, líder chinês nacionalista, proclama a República da China e começa a revolução que derrubaria a dinastia Manchu.
Em 1919, potências mundiais decidem pelo bloqueio econômico à Rússia.
Em 1935, estréia na Broadway o musical Porgy and Bess, do americano George Gershwin. A ópera inova ao apresentar no palco um elenco formado somente por negros. A temática é voltada para problemas sociais como a marginalidade, o desemprego, a prostituição e o alcoolismo.
Em 1963, morre a cantora francesa Edith Piaf.
Em 1970, as ilhas Fiji tornam-se independentes da Inglaterra depois de quase um século de protetorado.
Em 1985, morre Orson Welles, cineasta americano.
Fonte: Opinião e Notícia





Sábado, Outubro 09, 2010

Sábado, Outubro 09, 2010

EVANGÉLICO VOLTA A CRITICAR PT E EXPLICA
AS RAZÕES QUE O LEVAM A VOTAR EM JOSÉ SERRA




Fonte: BLOG DO ALUIZIO AMORIM






Dilmentira e terremoto

Charge do Sponholz






Manchetes de sábado, 09/10
- Globo: Candidatos invocam Deus e se atacam na propaganda da TV
- Folha: Escândalo nos Correios favorece os franqueados
- Estadão: Na TV, Dilma e Serra falam de aborto e se dizem 'a favor da vida'
- JB: Dilma e Serra ficarão frente a frente por 10 horas
- Correio: O dia em que Brasília tremeu
- Estado de Minas: BH vence guerra contra outdoor
- Zero Hora: Consórcio espanhol se habilita à obra do Cais
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 09 de outubro
Em 1913, inicia-se a guerra entre Turquia e o grupo Bulgária, Grécia, Montenegro e Sérvia.
Em 1940 nasce John Lennon, dos Beatles.
Em 1958, morre o Papa Pio XII.
Em 1962, é proclamada a independência da Uganda.
Em 1967, morre André Maurois, escritor francês.
Em 1970, a Rodovia Transamazônica começa a ser construída.
Em 1970, dá-se a proclamação da República de Camboja.
Em 1985, morre Emílio Garrastazu Médici, general e presidente no regime militar brasileiro.
Em 1999, morre o poeta brasileiro João Cabral de Mello Neto.
Em 2001, morre Roberto Campos, grande economista brasileiro e membro da Academia Brasileira de Letras.
Fonte: Opinião e Notícia






Revistas semanais - 09 a 16 de outubro de 2010

Veja Isto É Isto É Gente Carta Capital Época





Domingo, Outubro 03, 2010

03/10/2010

Segundo turno

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

A campanha eleitoral termina sua primeira fase como se estivéssemos escolhendo entre duas ou três pessoas em razão de suas diferentes psicologias, grandes feitos, pequenas fragilidades pessoais ou o que mais seja. E não porque representam caminhos diversos para o país.

O governo de Lula e do PT se iniciou disposto a exercer o papel de renovador da política e da ética. Termina abraçado com a despolitização e o clientelismo. Ser pragmático é o que conta; ter bons índices de popularidade, aproveitar as águas calmas de um PIB em ascensão para distribuir benesses para todos os lados, fazer discursos inconsistentes, mesmo que chulos, para agradar cada audiência. E, sobretudo, criar muitas imagens, registrando desde o ridículo até o sublime. Lula na Bolsa se autodefinindo como sumo sacerdote do capitalismo financeiro global representou o coroamento de uma trajetória. Como se de suas mãos escurecidas de petróleo brotassem ações ricas em dividendos futuros, e não do esforço árduo de gerações de trabalhadores, técnicos e políticos para viabilizar a Petrobras como uma grande companhia, da qual todos nos orgulhamos.

Por trás das máscaras dos candidatos, contudo, existem opções reais. Se elas se apresentam desfiguradas pelas técnicas mercadológicas, nem por isso deixam de representar distintas visões do país e interesses diversos. É por isso que, diga-se ou não, o dia de hoje é marcante. Em primeiro lugar porque a despeito de o chefe da nação ter-se comportado como chefe de facção, chegando a falar em extermínio de adversários; apesar da massa de recursos mobilizada em propaganda direta ou indireta com as cornucópias públicas a jorrar rios de anúncios sobre “grandes feitos”; em que pese o personalismo imperial do presidente em sua verborreia incessante; não obstante tudo isso, com certeza pelo menos 40% dos eleitores não se dispõem a coonestar tal estado de coisas. E é pouco provável que os que ainda pendem para o outro lado alcancem hoje os 50% mais um dos votos válidos. A tentativa plebiscitária do “nós bons versus eles maus” não colou, a menos que se condene metade do país ao infortúnio de uma qualificação negativa perpétua.

Em segundo e principal lugar, o dia de hoje é importante porque abre um caminho para a convergência entre os que resistem ao rolo compressor do oficialismo (o PSDB com Serra e o PV com Marina). Temos em comum a recusa ao caminho personalista e autoritário. Rejeitamos a ideia de que esse caminho seja o único capaz de trazer progresso econômico e bem estar social. Sabemos que, junto com o que de positivo possa haver sido alcançado nos últimos oito anos, houve também a penetração avassaladora de interesses partidários na administração pública. Também nela penetraram os interesses de grandes empresas, fundos de pensão e sindicatos. São estes os atores que, em aliança oportunista, dão sustentação à ideia de que é o estado o motor do crescimento econômico. Os que resistem ao rolo compressor acreditam que o antídoto para esses males é o fortalecimento das instituições, o respeito às regras legais e a afirmação de lideranças que não dividam o país entre “eles” – os maus – e “nós” – os bons.

Não é pouca coisa, portanto, o que está em jogo. Segundo o mantra oficial, a disputa política estaria resumida a dois blocos. No primeiro estariam os que estão comprometidos com o interesse popular, com o bem estar social e com a defesa dos interesses nacionais pelo Estado. No segundo, os “moralistas”, que só se preocupam com o mundo das leis e com a honestidade na política porque já estão bem na vida. Vencendo o primeiro, o povo se beneficiaria com a distribuição de renda, as bolsas, emprego abundante etc., e o país com mais investimento e com a ação estatal para incentivar a economia. Vencendo o segundo, prevaleceriam os interesses dos que não olham para “o andar de baixo”, na metáfora expressiva, embora incorreta, e podem se dar ao luxo de exigir formas corretas de conduta.

É preciso recusar essa visão distorcida do país. Na verdade, ele tem vários andares, e um ou mais elevadores que sobem e descem. Há mobilidade social e mobilidade política. O que hoje pode ser visto como “moralismo” amanhã pode tornar-se aspiração de todos os andares. É esta a batalha a ser travada. Não denunciamos a corrupção, o clientelismo e a ineficiência por “moralismo”, mas sim para mostrar, em nome da justiça social, o quanto os andares de baixo perdem com a ineficiência, a corrupção e o clientelismo. Não aceitamos que os defensores do patrimônio público ou os que denunciam o abuso do poder político sejam, por isso, chamados de elitistas. Haverá mais e não menos inclusão social e desenvolvimento quanto mais eficiência houver no governo e decência, na vida pública.

A votação de hoje provavelmente nos levará ao segundo turno. Nele será indispensável mostrar que o PSDB não apenas foi decente como também fez muito pelo social quando foi governo. A começar pela estabilização, que é obra do nosso governo. Fez e está credenciado a fazê-lo novamente, junto com Marina, porque sabe que não há desenvolvimento de longo prazo sem sustentação ambiental.

Sem se arvorar a ser o único portador desses valores, é isso que Serra representa: a recusa da confusão entre malandragem e proximidade com o povo, entre abuso estatal no controle da economia e ação vigorosa do governo no manejo das políticas econômicas e sociais.

O dia é hoje, a hora agora, para começar a construir um futuro melhor: o país merece um segundo turno no qual o confronto aberto entre os contendores dê aos eleitores a oportunidade de ver as diferenças entre os caminhos propostos, encobertas até aqui pela rigidez das máscaras mercadológicas.

* Ex-presidente da República





Sábado, Outubro 02, 2010







Antiguidades

Charge do Fernandes






Manchetes de sábado, 02/10
- Globo: Destino dos votos dados a fichas-sujas ainda é incerto
- Folha: Aliado de líder do governo joga pela janela R$ 100 mil
- Estadão: Indefinição jurídica atinge 1.248 candidatos na eleição
- JB: Natal antecipado preocupa a indústria
- Correio: TRE decide hoje se Weslian é candidata
- Estado de Minas: Vantagem de Anastasia sobe para 12 pontos
- Jornal do Commercio: Sem controle
- Zero Hora: As últimas cenas antes da urna
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 02 de outubro
Em 1836, Charles Darwin chegou de volta à Inglaterra após a viagem de cinco anos no navio Beagle. Essa viagem levou à criação de sua Teoria da Evolução.
Em 1869, nasce Gandhi, líder pacifista da independência da Índia.
Em 1947 é inaugurado o Museu de Arte de São Paulo (MASP) por Assis Chateaubriand.
Em 1961, o Congresso Nacional aprova a emenda constitucional que instituía o regime parlamentarista no Brasil.
Fonte: Opinião e Notícia






Revistas semanais - 02 a 09 de outubro de 2010

Veja Isto É Isto É Gente Carta Capital Época





Terça-feira, Setembro 28, 2010

Manchetes de terça, 28/09
- Globo: Chávez perde maioria absoluta no Congresso
- Folha: Dilma cai em todas as regiões e crescem as chances de 2º turno
- Estadão: Chávez sai enfraquecido das urnas na Venezuela
- JB: Petrobras com 30% dos papéis, gera alta na bolsa
- Correio: Arruda: ‘Eleger Roriz é mostrar que o crime compensa’
- Valor: Indústria se prepara para a forte demanda de Natal
- Estado de Minas: PF vai vigiar as eleições em 45 cidades de Minas
- Jornal do Commercio: A vez da Via Mangue
- Zero Hora: Escutas revelam mortes ordenadas das prisões
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 28 de setembro
Em 1864, Marx funda, em Londres, a primeira Associação Internacional dos Trabalhadores.
Em 1871, é promulgada a Lei do Ventre Livre, precursora da abolição da escravatura.
Em 1885, é promulgada a Lei do Sexagenário, que liberta os escravos com mais de 65 anos.
Em 1895, morre Louis Pasteur, químico e biólogo francês.
Em 1924, nasce Marcello Mastroianni, ator italiano.
Em 1934 nasce a atriz francesa Brigitte Bardot.
Em 1942 nasce o cantor e compositor Tim Maia.
Em 1966 morre o escritor e pensador francês André Breton.
Em 1969, Willy Brandt é eleito o primeiro chanceler federal social-democrata da Alemanha do pós-guerra.
Fonte: Opinião e Notícia








Vantagem de Dilma cai e cresce chance de 2º turno

Saiu mais um Datafolha. A pesquisa traz más notícias para Dilma Rousseff.

Cresceram as chances de a sucessão deslizar para o segundo turno.

A vantagem de Dilma em relação à soma de seus rivais é, agora, de 2 pontos.

A seis dias da eleição, a pupila de Lula oscilou três pontos para baixo. Desceu de 49% para 46%.

José Serra manteve-se em 28%. Marina Silva foi de 13% para 14%.

Considerando-se apenas os votos válidos, como faz o TSE na hora de contabilizar as urnas, Dilma desceu de 54% para 51% em cinco dias.

Para prevalecer no primeiro round, a petista precisa de 50% mais um voto. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos, para cima ou para baixo.

Assim, na pior hipótese, Dilma teria 49%. E a eleição iria ao segundo turno. No melhor cenário, ela teria 53%. E viraria presidente já em 3 de outubro.

Nessa conta que considera apenas os votos válidos, José Serra oscilou um ponto para o alto. Foi de 31% para 32%.

Marina Silva, a presidenciável que mais cresce, escalou dois pontos. Migrou de 14% para 16% dos votos válidos.

Dilma cai ou oscila para baixo em todos os estratos do eleitorado. Qualquer que seja o recorte –sexo, região, renda, escolaridade ou idade— ela perde votos.

A luz do segundo turno brilha com mais força entre os eleitores que ganham de 2 a 5 salários mínimos (R$ 1.021 a R$ 2.550).

Nessa faixa, estão acomodados 33% dos cerca de 135 milhões de eleitores. Coisa de 45 milhões de votos. Dilma caiu cinco pontos nesse pedaço do eleitorado.

Deve-se ao ‘Erenicegate’ a fissura no casco do transatlântico governista. Um caso que, na origem, Dilma tratara com menoscabo: “É factóide”, dissera.

No Datafolha fechado em 9 de setembro, antes da queda de Erenice Guerra, Dilma beliscava quase a metade dos votos dos eleitores de 2 a 5 salários mínimos.

Nesse universo, algo como 22,5 milhões de eleitores diziam que votariam na candidata petista. Na segunda semana de setembro, sobreveio o escândalo.

Apeada da Casa Civil, Erenice ganhou as feições de um dreno instalado no cesto de votos de Dilma.

Hoje, o apoio da candidada oficial no estrato de 2 a 5 mínimos soma 42%. O equivalente a 18,9 milhões de eleitores.

Ou seja, o “factóide” resultou, só nessa faixa da pirâmide social, numa perda potencial de 3,6 milhões de votos.

Desde a implosão de Erenice, ex-braço direito de Dilma, sucessora dela na Casa Civil, a pupila de Lula amargou queda de seis pontos. Caiu de 51% para 46%.

Juntos, os adeversários de Dilma, que pontuavam 39% antes de Erenice, passaram a somar 44% depois dela.

Contando-se apenas os votos válidos, a vantagem de Dilma sobre a soma de seus rivais minguou, em duas semanas, de notáveis 14 pontos para escassos 2 pontos.

Consideradas as devidas proporções, a maior queda de Dilma ocorreu junto aos eleitores que dispõem de canudo universitário (13% do eleitorado).

Nesse grupo mais escolarizado, a votação de Dilma arrostou uma erosão de sete pontos. Caiu de 35% para 28%, menos que Serra (34%) e Marina (30%).

Entre as mulheres, Dilma caiu cinco pontos na fase pós-Erenice. Foi de 47% para 42%.

Num recorte por região, as maiores quedas de Dilma foram registradas nas capitias, onde está assentado o eleitorado mais suscetível a escândalos.

Nessas regiões, que respondem por 38% do total de eleitores, Dilma caiu quatro pontos. Tinha 46%. Agora tem 42%.

Dilma distanciava-se de Serra na região Sul. Agora, está empatada com o rival tucano no limite da margem de erro da pesquisa. Ela com 39%. Ele, 35%.

Mesmo no Nordeste, cidadela de sua candidatura, Dilma caiu quatro pontos. Dispunha de 63%. Hoje, tem 59%. Serra dispõe de 19% nessa região.

Os efeitos de Erenice foram sentidos também na taxa de rejeição. Há uma semana, 22% dos eleitores diziam que jamais votariam em Dilma. O índice foi a 27%.

Na hipótese de vingar o segundo turno, o Datafolha aponta para uma briga mais renhida do que o petismo poderia supor.

Na simulação de um eventual segundo round contra Serra, a vantagem de Dilma estreitou-se. Em duas semanas, caiu de 22 pontos para 13 pontos: 52% a 39%.

Num embate direto, cada voto perdido por um candidato é somado em favor do outro. Significa dizer que, para bater Dilma, Serra teria de escalar 7 pontos.

Dito de outro modo: caso a eleição vá para o segundo turno, Dilma continua sendo a favorita. Mas Erenice converteu um passeio pelo bosque em rally acidentado.





Segunda-feira, Setembro 27, 2010

Estadão apóia José Serra


26/9/2010

E D I T O R I A L

O MAL A EVITAR

A acusação do presidente da República de que a Imprensa "se comporta como um partido político" é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre "se comportar como um partido político" e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.

Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.

Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.

Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa - iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique - de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.

Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia - a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.






Puxa-saquismo...

Charge do Santo






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