PANORAMA - Blog de MÁRIO ARAÚJO FILHO


Opiniões, idéias, textos, notícias e reflexões sobre a realidade local e nacional. E também música e humor. Envie seu comentário!

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Domingo, Agosto 30, 2009




Revistas semanais - 29 de agosto a 5 de setembro de 2009

Veja Isto É Isto É Gente Carta Capital Época






Manchetes - 27 (quinta) a 28/08 (sexta)
Manchetes de 28/08/2009, sexta
Manchetes de 27/08/2009, quinta
Fonte: Folha On Line


Aconteceu - 27 (quinta) a 29/08 (sábado)
29 de agosto
28 de agosto
27 de agosto
Fonte: Opinião e Notícia


Editoriais - 27(quinta) a 29/08 (sábado)
Em 29/08/2009
Em 28/08/2009
Em 27/08/2009
Fonte: Site do PPS





Sábado, Agosto 29, 2009


29/08/2009

Jackson do Pandeiro

O Rei que ninguém esquece

Por ASTIER BASÍLIO
O Rei do Ritmo, Jackson do Pandeiro
Se estivesse vivo, Jackson do Pandeiro completaria amanhã 90 anos de idade. Se estivesse vivo, poderia gozar de um prestígio muito maior do que ele teve em vida. A cada ano, a obra desse paraibano de Alagoa Grande, cuja maestria musical o fez receber o título de ‘Rei do Ritmo’, ganha uma dimensão cada vez maior. Se Jackson estivesse vivo, na certa, ficaria feliz de ouvir o quanto sua música continua influenciando gerações.

Elba Ramalho, que conviveu com o ‘Rei do Ritmo’, disse que havia duas escolas de canto no Brasil: a de Jackson do Pandeiro e a de João Gilberto. Embora Ruy Castro não registre no seu livro Chega de Saudade, dentre as canções da programação de seu Emicles, dono de um alto-falante na rua do Apoio, em Juazeiro (BA), além de ouvir Orlando Silva, Dorival Caymmi e Francisco Alves, o jovem João Gilberto também ouvia muito Jackson do Pandeiro, uma influência confessa do mestre da Bossa Nova.

Não só João Gilberto foi influenciado por Jackson. Praticamente toda grande MPB rendeu homenagens ao paraibano. Do tropicalista Tom Zé (“Temos hoje essa malandragem rítmica porque ouvimos muito Jackson quando éramos crianças”) passando por Gilberto Gil (“A influência de Jackson do Pandeiro na música brasileira é profunda, fundamental”), Alceu Valença (“Viajei o Brasil inteiro com ele em 1977, com o Projeto Pixinguinha. Depois dessa excursão, fiquei deslumbrado e resolvi compor o meu primeiro forró: ‘Coração Bobo’”) e Zé Ramalho (“Fui muito influenciado por Jackson. Tinha uma grande voz, era uma espécie de João Gilberto do forró. Fiz um show ao lado dele em 1976, no Teatro João Caetano, no Rio, e fiquei impressionado com o ritmo e a energia dele em cima do palco”).


Rivalidade com Gonzagão

Nascido José Gomes Filho em 1919, na cidade de Alagoa Grande, já trazia no nome artístico - Jackson do Pandeiro - a recusa a qualquer sentimento xenófobo, pois, esse nome adveio dos filmes de faroeste americano de quem ele era fã.

Foi um conterrâneo, o compositor Genival Macedo (de quem viria a se tornar parceiro), que o indicou para a gravadora Copacabana Discos, em Recife. Jackson era tido como alguém que poderia fazer frente ao astro da CBS, Luiz Gonzaga. Mas o ilustre paraibano era, em tudo, diferente do ‘Rei do Baião’. Veja-se o vestuário: Jackson não se vestia como um nordestino folclorizado, rural. Fugia a rótulos e preferia a mistura, sendo uma espécie de transição entre a herança do Nordeste tradicional - sua mãe era cantadora de coco - com outros ritmos identificados com a urbanidade, como o samba.

Sobre a rivalidade entre os dois gênios da música nordestina, um depoimento de Alceu Valença ilustra bem isso: “É uma pena, hoje em dia, ele não ter sua obra reconhecida como Luiz Gonzaga. O Jackson era menos articulado, ingênuo... Não soube fazer os contatos que o mestre Lua fez. Costumo sempre dizer que o Gonzagão é o Pelé da música e o Jackson, o Garrincha”. Campina Grande, todavia, reuniu os dois ídolos da cultura nordestina em um monumento próximo ao Açude Velho.

Nova geração

Outro momento importante de valorização da música de Jackson do Pandeiro veio com o movimento Mangue Beat, na década de 1990. Dentre todos, o que mais se identificou com o ‘Rei do Ritmo’ foi o cantor e compositor Silvério Pessoa (ex-Cascabulho) que em 2005 lançou Batidas Urbanas - Projeto Micróbio do Frevo, onde fez uma releitura da fase carnavalesca de Jackson do Pandeiro, nas décadas de 50 e 60.

Na Paraíba, a Cabruêra é um dos grupos que também se identifica com a herança de Jackson. Mas é da cidade do ‘Rei do Ritmo’ que vem a maior homenagem. Um grupo de roqueiros de Alagoa Grande quis buscar em Jackson sua escola e principal referência. Com esse objetivo foi criada em 2001 a banda Jackson Envenenado.

A julgar pelo interesse que os jovens vêm demonstrando pela obra de Jackson do Pandeiro, é de apostar que o nome do ‘Rei do Ritmo’ continuará a ser exaltado e difundido como um grande nome da música no século XXI.


Mais sobre Jackson





Quarta-feira, Agosto 26, 2009



Terça-feira, Agosto 25, 2009


25/08/2009


Raulzito: 20 anos da sua morte

por Marcelo Rubens Paiva

Maluco Beleza. Maluco?

Foi um dos caras mais inteligentes e engajados da MPB. Correu paralelo aos movimentos da moda de sua época- bossa nova, tropicalismo, jovem guarda, canções de protesto.

Conheci Raul Seixas no final dos anos 80 num hotel de quinta, em Copacabana. Um pulgueiro em que morava sozinho, recém-separado. Estava um caco.

Falava sem parar. Mas eram frases confusas, pensamentos desconexos. Estava viciado em éter. E, claro, cheirou na minha frente. Molhava um pano imundo, cheirava e falava. Até nisso, ele nadava contra a corrente, já que era a cocaína e heroína que passeavam pelas veias do rock brasileiro naquele tempo.

CONTINUE A LER









De Lula pra Mercadante


Charge do Iotti





Sábado, Agosto 22, 2009

Revistas semanais - 22 a 29 de agosto de 2009

Veja Isto É Isto É Gente Carta Capital Época











Sexta-feira, Agosto 21, 2009

Sábias palavras...








21/08/2009

MARINA: NA ORIGEM DE TUDO, A CANDIDATURA DE DILMA!

1. Este Ex-Blog já tratou dessa questão. Só a enorme popularidade de Lula viabilizou a candidatura de Dilma, pelo PT. Cristão novo no PT não tem vez. Dilma era do PDT, e como tal, ocupou a secretaria de minas e energia no governo Olivio Dutra, no RS. A desintegração do PDT local, com a adesão do filho de Brizola, ex-deputado federal, e suas entrevistas, terminaram por gerar uma migração ao PT (que além de estar no governo do RS, ainda detinha uma hegemonia de anos em Porto Alegre). Nessa leva, Dilma entrou.

2. Com a surpreendente ausência de quadros na formação do primeiro governo Lula, Dilma acabou indicada por Olivio e o PT-RS para ministra de Minas e Energia. Sua passagem foi, no depoimento dos especialistas, medíocre. E o PT viu sacrificar-se seu principal quadro no setor de energia (Pingueli Rosa), que tendo assumido a Eletrobrás, foi demitido por Lula, dizendo que "ele não tem votos", na verdade a pedido do PMDB. Dilma foi salva pelo "mensalão" e a queda de José Dirceu. Lula, que trabalha com símbolos, nomeou-a no lugar de Dirceu, pelo jeito de executiva vertical com que ela vendia a sua imagem (encobrindo o despreparo técnico), e pela condição feminina. Lula produzia com isso, expectativas de mudança de referência.

3. Não foi por sua performance, sempre criticada (vide o escândalo em Furnas, empresa de sua área, onde toda a diretoria caiu). E a transição do ministério se deu, para controle total do PMDB de Sarney. Os conflitos entre meio-ambiente (Marina) e energia (Dilma) (hidroelétricas, etc.) começaram aí e só se ampliaram quando o campo de influências de Dilma foi ampliado, com maiores interferências na área ambiental. Lula, provavelmente para proteger Dilma, lançou Mangabeira no conflito, indicando-o como coordenador das estratégias econômico-ambientais.

4. Quando Lula designou Dilma para candidata ad referendum do PT, as reações internas dos históricos do PT foram sentidas. Marina, Tarso Genro, etc. No caso de Marina, com intensidade dupla, pois a vitória eleitoral de Dilma significaria sua completa exclusão do processo decisório na questão ambiental. A saída de Marina do ministério, com a assunção de um ecologista urbano, foi apenas a indicação que a ruptura estava dada e que era questão de tempo e de momento. E assim foi.

5. Marina, espertamente, escolheu o melhor dia: a sustentação de Sarney pelo PT. Mas seria hipocrisia destacar a questão ética para sua decisão. Afinal de contas, não se leu, viu ou ouviu qualquer indignação da ministra Marina Silva no caso "mensalão". Onde estava, ficou. O fato novo, fermentado pelos confltos com a ex-ministra de minas e energia foi a escolha de Dilma para candidata. Nesse momento, o futuro se somava ao passado e ao presente, e era insuportável a convivência. Por isso, ela diz na carta de saída do PT que o PT deixou de sinalizar compromisso de fato com o desenvolvimento sustentável. Na verdade, com Dilma (e não com o PT) é que esse descompromisso ficou caracterizado, e com firma reconhecida.





Segunda-feira, Agosto 17, 2009


Charge de J. Bosco







13/08/2009

Lembrança de Darcy

por CARLOS HEITOR CONY

RIO DE JANEIRO - Psicólogos de diversos tamanhos e feitios garantem que cada um tende a admirar pessoas e coisas diferentes de nós e das nossas. Acho que não é verdade, mas sempre admirei o finado senador e acadêmico Darcy Ribeiro na sua capacidade de perceber o cheiro das mulheres da Namíbia, lá do outro lado do Atlântico, que o meu amigo Alberto da Costa e Silva chama de rio a separar dois continentes.

Explica-se: Darcy morava em Copacabana, ali pela altura do Posto 5. Acordava e sorvia o ar que vinha do oceano. E jurava que sentia o cheiro das mulheres de lá, o bodum das negras queimadas e suadas pelo rigor do sol africano. Não sei se ele se excitava com tal sorvo, tratava-se de um ilustre antropólogo, que sabia das coisas.

Quando soube disso, tratei eu próprio de aspirar fortemente, o nariz voltado para a África tão distante. Enchi os pulmões, sorvi em largas poções o ar que me circundava, não senti cheiro nenhum, a não ser o de uma elevatória de esgoto.

Bem, além de antropólogo, Darcy era poeta, via e sentia coisas que me são vedadas. Houve aquele santo confessor que era muito popular entre os penitentes. Os fiéis o procuravam para ouvir seus pecados. Outros confessores reclamavam, ficavam às moscas nos confessionários, não davam ibope. Perguntaram ao santo qual era o seu segredo, e ele respondeu modestamente: "Eu sei ouvir".

Acho que o meu problema em relação ao Darcy é que, entre outras qualidades que me faltam, não sei cheirar. Lembro Napoleão, que, ao escolher auxiliares civis ou militares, dizia preferir aqueles que tivessem nariz grande, capazes de maior absorção de cheiros. Daí talvez a expressão: "Isso não me cheira bem". Antigo senador, Darcy talvez sentisse que o Senado atual não está cheirando bem.






Jornais de hoje (segunda, 17/08)
Fonte: Newseum

Manchetes de segunda, 17/08
- Globo: Escolas abrem com novas medidas contra a gripe suína
- Folha: Alckmin lidera; Ciro aparece com 12%
- Estadão: Cresce gasto secreto com cartão corporativo
- JB: Transporte, drama de Santa Teresa
- Correio: Secretarias especiais esbanjam em viagens
- Valor: Cai parcela de produção exportada pela indústria
- Estado de Minas: Duplicação de rodovias acelera negócios
- Jornal do Commercio: Novo bispo condena o comércio da fé
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 17 de agosto
17 de agosto
Fonte: Opinião e Notícia


O que pensa a mídia, hoje, 17/08
Editoriais dos principais jornais
Fonte: Site do PPS






Manchetes de domingo, 16/08
- Globo: Com R$ 340 mi, seria possível policiar todas as favelas do Rio
- Folha: Serra lidera, Dilma e Ciro empatam; Marina tem 3%
- Estadão: Empreiteira pagou 2 imóveis para a família Sarney em SP
- JB: Retorno às aulas exige hábitos renovados
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 16 de agosto
16 de agosto
Fonte: Opinião e Notícia


O que pensa a mídia, hoje, 16/08
Editoriais dos principais jornais
Fonte: Site do PPS







15/08/2009

A "nova" UNE

por Carlos Vereza

Essa "nova" UNE (União Nacional dos Estudantes), raquítica de ideais, não pode ser descartada de um projeto maior, megalômano, não só de perpetuação no poder do senhor Luiz Inácio, mas de um ultrapassado antiamericanismo, compactuado por países como Bolívia, Equador, Paraguai e Venezuela - com o psicopata Chávez implantando, ante a simpatia de Lula, um regime ditatorial, anulando, inclusive pela violência, a liberdade de órgãos de comunicação que não se submetem a seu despotismo.

Cabe à "nova" UNE minimizar a natural tendência dos jovens estudantes à contestação, própria de sua faixa etária; às centrais sindicais, aparelhar não apenas os sindicatos, como também a máquina governamental.

Os intelectuais e artistas - com as devidas ressalvas - permanecem silenciosos, ávidos por um patrocínio, ou quiçá por uma bolsa de "aperfeiçoamento" no exterior. Como se não bastasse, o Brasil pratica a pior política externa de todos os tempos: uma verdadeira teia de "solidariedade" estende-se ao Irã do lunático Ahmadinejad, à Coreia do Norte do moralmente minúsculo Kim Jong-Il, sem esquecer, é claro, a indisfarçável leniência para com os narcotraficantes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

Lula, "orientado" pelos teóricos do PT, segue de ouvido as formulações do defasado pensador italiano Antonio Gramsci (o príncipe moderno...), servindo-se da democracia para posteriormente destruí-la.

A bolsa-anestesia exclui a população mais necessitada de qualquer possibilidade de acesso à cidadania, transformando-a, para utilizar um jargão "esquerdista", em verdadeira massa de manobras.

A desmoralização do Legislativo, do Judiciário, o desmonte das Forças Armadas, os bandoleiros do MST são dados que formatam uma estratégia que poderá nos levar a uma "democracia" plebiscitária, e a uma oposição figurativa.

E a "nova" UNE cumpre, talvez, a mais insidiosa dessas tarefas: a de manter apática e colonizada culturalmente o que poderia ser a parcela da população com potencial para rever uma prática política cruel e apodrecida.

Leia sobre Carlos Vereza





Sábado, Agosto 15, 2009

Sarlula...

Charge do Néo Correia






Revistas semanais - 15 a 22 de agosto de 2009

Veja Isto É Isto É Gente Carta Capital Época






Manchetes de sábado, 15/08
- Globo: Governo proíbe propaganda de remédios contra a gripe
- Folha: Governo veta propaganda de antigripal
- Estadão: Sarney sabia dos atos secretos, diz ex-diretor
- JB: Metade dos antibióticos é vendida sem receita
- Correio: Nova lei favorece despejo de inquilino
Fonte: Blog do Josias


O que pensa a mídia, hoje, 15/08
Editoriais dos principais jornais
Fonte: Site do PPS


Manchetes do dia - 11 a 14/08/2009





Terça-feira, Agosto 11, 2009

Collor, em campanha,
sobre José Sarney








Voltou pior...


Fonte: um dos jornais do domingo






Manchetes de segunda, 10/08
- Globo: Aumento de aposentado será de 7% em janeiro
- Folha: 33% do Senado é alvo de inquérito ou ação judicial
- Estadão: Indústria se recupera e volta a contratar
- JB: 200 projetos contra a propaganda
- Correio: Gripe suína mata no DF
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 10 de agosto
10 de agosto
Fonte: Opinião e Notícia


O que pensa a mídia, hoje, 10/08
Editoriais dos principais jornais
Fonte: Site do PPS





Segunda-feira, Agosto 10, 2009



Coluna do Augusto Nunes

10/08/2009

Os três companheiros se merecem

“Gostaria de tratar o senhor José Sarney com elegância e respeito, mas não posso, porque estou falando com um irresponsável, um omisso, um desastrado, um fraco. Sempre foi um político de segunda classe, nunca teve uma atitude de coragem. (Fernando Collor, na campanha de 1989, sobre o então presidente da República).

“Sei que o presidente Lula e o presidente Sarney apoiaram o meu impeachment, mas mesmo assim não desejo que sofram o mesmo. Não desejo que sejam alcançados por injúrias, calúnias, mentiras”. (Collor, hoje, em discurso no Senado).

“O Brasil é testemunha da brutalidade, da violência, do desatino com que fui agredido por um candidato profundamente transtornado”. (José Sarney sobre Collor, na campanha de 1989).

“Sou profundamente grato ao senador Collor. Ele tem sido bastante leal a mim”. (Sarney, hoje, no Senado).

“O outro candidato defende abertamente a luta armada, a invasão de casas e apartamentos. Lula é um cambalacheiro”. (Collor, 1989).

“Nenhum ataque ao presidente Sarney e ao presidente Lula ficará sem resposta”. (Collor, na semana passada).

“Pena que esse moço seja tão corrupto”. (Lula sobre Collor, 1993).

“O senador Fernando Collor tem tudo para fazer um grande mandato”. (Lula, 2007).

“Não sou eu quem diz que Lula quis forçar o aborto. Quem diz é Miriam Cordeiro, mãe da Lurian”. (Collor, 1989).

“Tive de suportar denúncias terrivelmente levianas. Sofri e muito, arrancaram-me o mandato, levaram-me a mãe, dispersaram minha família“. (Collor, hoje).

“Nós sabemos que antigamente se dizia que o Adhemar de Barros era ladrão, que o Maluf era ladrão. Poderiam ser ladrões, mas eles são trombadinhas perto do grande ladrão que é o governante da Nova República”. (Lula sobre Sarney, em 1987, num discurso em Aracaju).

“O presidente Sarney não pode ser tratado como uma pessoa comum. Ele tem biografia”. (Lula, no mês passado).

“A multidão e a sua vontade nem sempre ou quase nunca tem razão”. (Collor, hoje).

O resgate desse punhado de frases ensina que não se deve comprar uma bicicleta usada de nenhum deles, mesmo por R$ 1,99. Mas comparar o que disseram outro dia ao que dizem agora também ajuda a seguir resistindo. Um país que sobreviveu a uma trinca dessas sobrevive a tudo.


Link





Domingo, Agosto 09, 2009

Manchetes de domingo, 09/08
- Globo: Em meio à crise, poder público eleva gastos
- Folha: SP aperta o cerco a usineiros e quer cobrar Petrobras
- Estadão: Clima de guerra no Senado paralisa votação de projetos
- JB: Bolsa Família tem portas de saída
- Correio: Os piratas da medicina
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 09 de agosto
09 de agosto
Fonte: Opinião e Notícia


O que pensa a mídia, hoje, 09/08
Editoriais dos principais jornais
Fonte: Site do PPS







09/08/2009

UNE recebeu R$ 4 milhões do governo em 2008

Na era Lula, não falta verba para a UNE

No governo Lula, o repasse de verbas à UNE cresceu 830%, em relação ao último ano do governo FH. Em 2008, a entidade recebeu R$ 4,4 milhões.

Repasse é 830% maior que o de 2002, último ano de FH; entidade tem 20 convênios com três ministérios




Evandro Éboli

BRASÍLIA. A União Nacional dos Estudantes (UNE) não tem do que se queixar do governo Luiz Inácio Lula da Silva, generoso com a entidade no repasse de verbas federais. Em 2008, a UNE recebeu R$ 4,4 milhões, em 20 convênios com três ministérios, dinheiro distribuído em vários programas. O valor representa um aumento de 830% em relação ao montante repassado para a entidade em 2002. No último ano do governo Fernando Henrique Cardoso, a União repassou apenas R$ 536,5 mil para a UNE.

Este ano, até julho a UNE já recebeu R$ 2,9 milhões do governo federal. Neste ritmo, 2009 pode superar 2008, ano em que a instituição recebeu maior aporte financeiro em sua história.

O Ministério da Saúde foi o que repassou mais recursos à entidade ano passado: quase R$ 3 milhões para o projeto Caravana Estudantil da Saúde.

Já o Ministério da Cultura responde por 16 dos 20 convênios da UNE com órgãos do governo em 2008. Entre os programas da entidade beneficiados está o Circuito Universitário de Cultura e Arte, que realiza mostras de cinema, shows de música e oficinas para estudantes. Não há recursos do Ministério da Educação (MEC) para a entidade.

Com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, a UNE obteve verba para "organizar atividades de formação e mobilização, contribuindo para incidir no debate sobre expressões do machismo". Para o projeto foram repassados R$ 72 mil.

Em 2009, a UNE obteve o apoio e dinheiro do Ministério do Esporte, comandado pelo PCdoB, que controla a UNE há décadas. Vários ex-presidentes da entidade ocupam cargos na pasta. A UNE recebeu este ano R$ 2 mil para pagar atividades esportivas. Mas os maiores repasses foram feitos pelo Ministério da Cultura.






Numa fria...

Veja aqui






Hymne a l'amour
Mireille Mathieu

   





Sábado, Agosto 08, 2009

Manchetes de sábado, 08/08
- Globo: Senador engaveta denúncias contra Sarney sem discussão
- Folha: Presidente do Conselho de Ética arquiva caso Sarney
- Estadão: Sarney se livra de todas as ações no Conselho de Ética
- JB: Mílícia se infiltra em todos os batalhões
- Correio: Governo desiste de taxar a poupança
- Jornal do Commercio: Gás de cozinha sobe outra vez
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 08 de agosto
08 de agosto
Fonte: Opinião e Notícia


O que pensa a mídia, hoje, 08/08
Editoriais dos principais jornais
Fonte: Site do PPS






Manchetes de sexta, 07/08
- Globo: Bate-boca com palavrão reabre guerra no Senado
- Folha: Aliados de Sarney lançam novos ataques à oposição
- Estadão: Políticos trocam insultos no pior dia da crise do Senado
- JB: Guerra no ciberespaço derruba gigantes da web
- Correio: Inflação cai no DF, mas aluguel dispara
- Valor: ANP vai furar poços para mapear pré-sal
- Estado de Minas: A aposentadoria que o tempo comeu
- Jornal do Commercio: Guerra do lixo: Empresa afastada tem contrato milionário
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 07 de agosto
07 de agosto
Fonte: Opinião e Notícia


O que pensa a mídia, hoje, 07/08
Editoriais dos principais jornais
Fonte: Site do PPS






Revistas semanais - 8 a 15 de agosto de 2009

Veja Isto É Isto É Gente Carta Capital Época





Quinta-feira, Agosto 06, 2009

Manchetes de quinta, 06/08
- Globo: Sarney diz que acusações são 'menores' e não sai
- Folha: Sarney obtém 1ª vitória no Senado
- Estadão: Conselho de Ética arquiva 4 denúncias contra Sarney
- JB: Volta às aulas só dia 17
- Correio: Plano de saúde inclui PM e bombeiro
- Valor: Riscos de ativos privados entram na mira da CVM
- Estado de Minas: Emergências terão remédio da gripe suína
- Jornal do Commercio: Relator vê exagero no preço da limpeza
Fonte: Blog do Josias


Aconteceu em 06 de agosto
06 de agosto
Fonte: Opinião e Notícia


O que pensa a mídia, hoje, 06/08
Editoriais dos principais jornais
Fonte: Site do PPS


Manchetes do dia e acontecimentos da data - 29 de julho a 05 de agosto de 2009






Uzamigo do ôme...

Charge do Samuca






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